terça-feira, 15 de setembro de 2009

O maior dentre todos, é você, medo.

Essa semana não tem sido uma das melhores, mas pra ser sincera, esses últimos meses muito menos. Um dia de alegria, dois de tristeza ou até mais, não tem um dia que eu diga que estou realmente em paz.

Algum tempo atrás um pouco mais que um ano, descobri algo que me provocou um impacto muito forte, mas não de primeira, eu fui percebendo a gravidade do assunto aos poucos, não sei dizer ao certo se um dia me verei livre desse “pesadelo” ou se algum dia serei capaz de me abrir com alguém de verdade. Esse “pesadelo” onde eu me vejo sozinha, olhando sempre a sombra de alguém pedindo minha ajuda, mas como ajudar uma sombra, logo penso. Às vezes, penso que por prender esse “pesadelo” só pra mim, está me matando aos poucos, me ferindo dia após dia sem descanso, mas tem vezes que sinto vontade de gritar, gritar e gritar até eu conseguir terminar de vez com esse “pesadelo”, mas pra quem gritar, quem estaria disposto a ouvir, ou melhor, pra que gritar se ninguém é capaz de curar essa dor, digamos assim. Queria de coração poder ajudar, mas eu tenho consciência que em algumas coisas eu posso ajudar, mas eu fico pressa, imóvel, a essa situação. Envolve tudo, um pouco de raiva, muito amor, uma pitada de egoísmo, um balde de orgulho. Insegurança, e principalmente, ganhando qualquer outro sentimento vem o medo. E ironicamente, são esses mesmo sentimentos de que sou feita.

“Não tem nada nessa vida que eu ame mais do que você.

Você, que desde que me entendo por gente sempre esteve ali do meu lado, sem se importa com mais nada.

Desculpa ser essa pessoa tão ruim, e não conseguir retribuir nem a metade do que você merece e faz por mim. Desculpa por não conseguir desabafar na sua frente, mas eu não tenho culpa, se só escrevendo é que eu consigo deixar claro, o quanto você um dia vai fazer falta pra mim e eu boba, como sempre, vou me arrepender de não ter ao menos dito uma frase desse texto ou de tantos outros. ”

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